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Uma jornada de cooperação

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De um começo modesto em uma Europa em guerra, a Saab se torna uma empresa global em segurança e defesa. 

Os horrores da Primeira Guerra Mundial permaneciam frescos na memória da população. O início da década de 1930 mostrava que seria difícil evitar um novo conflito entre as grandes potências. Este cenário preocupava até estados neutros, como a Suécia que não havia se envolvido em situações de combate por mais de cem anos.

Em 1936, o Parlamento sueco (Riksdag) decidiu investir pesado na Força Aérea Sueca para manter a neutralidade e a soberania nacional. O motivo era claro: o conflito anterior havia evidenciado que as guerras modernas seriam vencidas pelo ar. Diversas empresas se mostraram interessadas em desenvolver 257 aviões de guerra e 80 aeronaves de treinamento encomendadas, especialmente o Grupo Bofors e a AB Svenska Järnvägsverkstäderna (ASJ).

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Com o argumento de que já detinha o conhecimento técnico por meio da aquisição da fabricante de motores Nohab, a Bofors decidiu fundar uma nova empresa de fabricação de aeronaves separadamente. Foi quando em 2 de abril de 1937 nasceu a Svenska Aeroplan Aktiebolaget, a Saab.

Por outro lado, a ASJ havia lançado uma divisão de aeronaves em 1930, a ASJA, e já fabricava aeronaves – principalmente sob licença, em Linköping. Em 1932, esta empresa também adquiriu a Svensk Aero AB em Lidingö, fundada em 1921 por Heinkel e um importante bloco de construção na indústria de aviação sueca após a Primeira Guerra Mundial.

Assim iniciou-se um processo de negociações. Por fim, ficou evidente que Bofors/Nohab e ASJA formariam uma só empresa, AB Förenade Flygverkstäder (AFF), com escritórios em Estocolmo. Esta companhia seria responsável pelo desenvolvimento e design da aeronave encomendada pela Força Aérea Sueca e dividiria a produção entre as duas fábricas de Trollhättan e Linköping.